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O CUB da construção em São Paulo avançou 0,13% em setembro de 2026, acumulando alta de 5,40% no ano e 6,17% em 12 meses. O movimento reforça a pressão sobre orçamento, compras, produtividade e planejamento de obras em um ambiente de juros altos e crédito mais seletivo.

O INCC-M desacelerou para 0,25% em setembro de 2026, após alta de 0,85% em agosto, enquanto a Aneel confirmou a volta da bandeira verde em outubro. O alívio é parcial: melhora o caixa do canteiro, mas não indica queda generalizada dos custos da construção.

O INCC-M subiu 0,25% em setembro, abaixo da alta de 0,85% em agosto, e acumulou 6,61% em 12 meses, segundo a FGV/Ibre. A desaceleração mensal alivia a pressão imediata, mas mantém atenção sobre contratos, compras, fluxo de caixa e repasses na construção.

O custo da construção avançou 0,72% em abril, segundo o Sinapi/IBGE, no maior salto para o mês desde 2011. A alta, associada ao petróleo e a insumos mais caros, pressiona orçamento, compras, contratos e planejamento das obras.

A alta de 0,72% nos custos da construção em abril, segundo o Sinapi/IBGE, reforça a pressão sobre orçamento, compras e contratos nas obras. A CBIC diz que foi a maior alta para o mês desde 2011 e associa parte do movimento ao petróleo mais caro.