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A construção inicia setembro com o ICST em 90,5 pontos, abaixo da linha de confiança, enquanto o CGSN prorrogou prazos do Simples e da opção por IBS/CBS. No mesmo ambiente, Feicon Rio e CBIC recolocam produtividade, qualificação e gestão de obra no centro da competitividade.

Debates realizados em setembro recolocaram a industrialização no centro da construção civil, com foco em projeto integrado, qualificação, padronização e escala. Para construtoras e gestores de obra, o tema avança como resposta prática a prazos, custos, segurança e previsibilidade operacional.

A CBIC recolocou industrialização, produtividade e custo da mão de obra no centro do debate da construção. Em paralelo, simulações da entidade mostram que a redução da jornada pode pressionar encargos, orçamento e planejamento de obras no Brasil.

A construção civil criou 168.962 vagas formais no primeiro semestre de 2026 e o ICST subiu para 92,5 pontos em julho. Os dados indicam atividade mais firme, mas ainda com confiança abaixo do nível de otimismo e sinais mistos na capacidade instalada.

Com mais de 100 empresas e mais de 450 trabalhadores formados no PNCCC, a construção amplia a capacitação no canteiro e testa formação em inteligência artificial para lideranças. A aposta é reduzir gargalos de mão de obra, retrabalho e pressão sobre prazo, qualidade e segurança.

A atualização da NR-01 reforça a gestão de fatores psicossociais no PGR e leva a saúde mental para o centro da segurança em obras. Na construção, a mudança exige mais evidências, integração entre áreas e revisão de rotinas de liderança, treinamento e documentação.

O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada para 40 horas mobiliza a construção, com possíveis efeitos sobre produtividade, custos, organização do trabalho e execução de obras, segundo posicionamentos divulgados pela CBIC.