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Tudo o que a redação publicou sobre custos-da-construcao.

A construção civil brasileira combina avanço em industrialização, digitalização e medição de produtividade com um ambiente financeiro ainda restritivo. Juros altos, custos acima da inflação e confiança fraca seguem limitando lançamentos, embora a infraestrutura sustente o emprego no setor.

A alta de 0,44% do INCC/Sinapi em julho, com acumulado de 7,40% em 12 meses e custo nacional de R$ 1.985,10 por metro quadrado, reforça a pressão sobre orçamento, compras e cláusulas de reajuste em obras públicas e privadas, em meio a juros altos e demanda firme por infraestrutura.

A desaceleração do CUB paulista em julho de 2026 não elimina a pressão acumulada sobre custos, enquanto juros ainda altos e maior dependência de crédito de curto prazo elevam o risco de revisão de cronogramas, orçamento e contratação de equipamentos nas obras.

A ANTT atualizou a tabela de pisos mínimos do frete rodoviário, com redução dos coeficientes de deslocamento e alta nos itens de carga e descarga. Na construção, o efeito tende a aparecer mais no recebimento, na permanência do caminhão e na organização do canteiro do que no quilômetro rodado.

As novas regras do Reforma Casa Brasil ampliam a renda elegível para até R$ 13 mil, reduzem juros para menos de 1% ao mês, estendem o prazo para até 6 anos e elevam o crédito a R$ 50 mil. O efeito mais provável é a formalização de reformas residenciais, em meio a custos ainda pressionados.

Em maio, a confiança da construção ficou estável, mas custos mais altos, escassez de mão de obra e atividade industrial fraca mantiveram o setor em alerta. A leitura é de cautela na obra, no planejamento e nas decisões de suprimentos.

O custo da construção avançou 0,72% em abril, segundo o Sinapi/IBGE, no maior salto para o mês desde 2011. A alta, associada ao petróleo e a insumos mais caros, pressiona orçamento, compras, contratos e planejamento das obras.

A alta de 0,72% nos custos da construção em abril, segundo o Sinapi/IBGE, reforça a pressão sobre orçamento, compras e contratos nas obras. A CBIC diz que foi a maior alta para o mês desde 2011 e associa parte do movimento ao petróleo mais caro.

O Acre continua no topo do custo da construção no país, segundo referência do IBGE no Sinapi. O quadro reforça a leitura regional de preços, a revisão de composições e a cautela ao comparar indicadores locais com pressões internacionais de insumos.